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Tudo a seu tempo.

Agosto 18, 2008

Há tempo para plantar.

Há tempo para colher.

Tempo pro sol.

Tempo pra chuva.

Tempo para recordar.

Tempo para reviver.

Tempo para o trabalho.

Tempo para a faculdade.

Tempo para as novidades.

Tempo para as comemorações.

Tempo de reprodução.

Tempo para a piracema.

Tempo para pensar.

Tempo para agir.

Tempo para escrever.

Tempo para imaginar.

Tempo para equilibrar.

Tempo para o tempo.

Mas há tempo em que é tempo de dar tempo para o nosso próprio tempo também.

Fazer o quê!?

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E é por isso que eu gosto lá de fora…

Agosto 6, 2008

Relembrando uma canção que aprendi a tocar nas aulas de violão quando criança, fiquei tentado a pensar sobre a Felicidade.

O ser humano busca tanto essa tal felicidade, que às vezes ela vem e vai e passa desapercebido. A felicidade do ser humano é uma felicidade muitas vezes falsa, “faixada”. Uma frase que li certa vez dizia:”Se meus olhos mostrassem minha alma, muitos ao me ver sorrindo chorariam comigo”. Talvez a infelicidade do ser humano esteja na carência de afeto. As pessoas vivem para serem observadas, analisadas e amparadas.

Pensando nessa tal felicidade, pensei que ser seria mais feliz…

Talvez a planta, por ser verde, e ter consigo orvalhos e formigas,

Talvez os sapos, que mesmo engolindo moscas vivem aos pulos,

Talvez os palhaços, por mesmo com toda tristeza conseguirem fazer as pessoas rirem de suas mais variadas e ridículas travessuras.

Talvez os grilos e cigarras, por cantar durante toda a vida, e um dia morrer de tanto cantarolar a felicidade de viver.

Creio que os mais felizes, são as corujas, que não enxergam com clareza os defeitos do mundo.

Talvez que os mais felizes sejam os pássaros por serem livres.

Talvez os pinguins por serem tão fiéis uns aos outros.

Não sei quem seria o mais feliz. Mas a certeza que tenho, é a de que de toda a lista o único que aqui não se encontra, é o ser humano. A Felicidade dele muitas vezes está nas coisas, e não nas pessoas. Muitas vezes está nas pessoas, mas não estão nos momentos. Muitas vezes estão nos momentos, mas nem ele consegue ver que a tem dentro de si. Do que adianta?

O que nos resta é sorrir falseamente como os palhaços, em alguns momentos nos fazer de sapos, e aos pulos se sentir livres como pássaros, e lembrar que como as plantas, também temos orvalhos ligados à nós que refrescam à nossa jornada. E tentar ao menos entender que podemos não ser tão fiéis quanto os pinguins, mas é necessário mesmo meio à turbulência da vida nos fazer “corujas” e assim, cantarolar talvez como grilos, talvez como cigarras, a velha canção que dizia:

“Felicidade, foi-se embora e a saudade no meu peito ainda mora…e é por isso que eu gosto lá de fora…porque sei que a falsidade não vigora…”

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Nem tudo são flores.

Julho 26, 2008

Ando me questionando sobre sentimentos como amor e amizade. Não falo do amor, aqueles conhecidos pelos sentimentalismos de um romance como Jack e Rose, Romeu and Juliet, mas sim o amor ao próximo.

Creio que o Amor pode ser classificado em várias modalidades, não que seja um esporte, ou lei, mas ele já se faz importante pelo simples fato de não avisar quando vem, por quem vem e quando vai.

O primeiro amor, creio que seja o amor à Família. Não que escolhamos ser o primeiro amor, até porque amor não se escolhe. Porém é com eles que convivemos nos primeiros anos de nossas vidas. O Amor à Família vem por si só, na convivência. É o amor não escolhido e incondicionado.

O segundo amor, seria o vindo da civilidade, ou socialização. É o amor ao amigo. Sabe aqueles que quando criança chamamos de: Meu melhor amigo! Isso é amor. E nesse amor há uma pureza singela, algo infantil e verdadeiro.

O terceiro amor, é o mais esquecido de todos, é aquele que nos faz sentir “pena”, “dó”, pelas pessoas, o que define este amor é a sensibilidade própria do coração humano. É aquele amor lembrado por Jesus que dizia: “Amai ao próximo, como a ti mesmo”. É o amor pelas pessoas que vivem nas ruas, é o amor em se preocupar com o que se veste, se passam frio, fome, se são agredidos. Ou então o amor aos bebês abandonados em orfanatos, jogados em rios. Esse é um amor divino.

O quarto amor é aquele que mais se modifica durante nossas vidas. A gente nunca sabe quando ele vem e quando ele vai embora. É o romance, as conquistas. São tão passageiros que se faz cumprir o : “Que seja eterno enquanto dure”. Sábia frase. É um amor passageiro e marcante.

O último amor que na verdade deveria ser o primeir, só é o último porque está em extinção. É o amor-próprio. Pensamos mais nos outros, do que em nós. Fazemos mais em virtude do que o outro pensa e fala do que no que realmente queremos. Nos preocupamos com atitutes que são nossas, mas que serão julgadas pelo outro que nos assiste. O amor-próprio é dosado, se não for assim, será egocentrismo ou porque não arrogância. Mas as pessoas nem se lembram que ele existe, quem dirá se lembrarão de dosá-lo.

Amor é assim, grande, pequeno, suave e intenso. E tem o começo, o meio e o fim. E se restar lembranças do que é amar, estas serão tão pequenas e relativas que não  saberemos decifrar se amamos, quem amamos e qual amor é o mais intenso.

Todo amor é assim…

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Exagerado.

Julho 23, 2008

Engraçado como muitas vezes parecemos seres exagerados, não?!

Não sei se é lei divina ser assim por si só tão exagerado e cômico. Pois percebemos a cada dia que o ser humano vai de extremo a extremo em questão de segundos. Tudo se opõe ao humor insensato. De triste vai para o êxtase da felicidade, assim como da felicidade decai para o fundo da tristeza. Assim como do ânimo empolgante ao desânimo inconsolado. Do cansaço veterano ao incasável modo de buscar sonhos. Existe antítese maior do que o chamado “ser humano”?

Nosso humor varia conforme as condições que o meio proporciona: pessoas, clima, lugar, dia, mês, hora. Há os amantes da noite, que se sentem mais livres durante as mesmas. Há os adoradores do sol, que enquanto lua ficam a reclamar ou se sentir mal. Há os amantes da chuva, assim como os que necessitam do sol para sobrevivência do bom humor. Há os que enquanto em casa tudo é lindo, assim como é tedioso o mesmo para outros. Há os que detestam seu trabalho e este não passa de um meio para manter suas condições mínimas de sobrevivência.

Assim nós nos mudamos, um dia ótimo humor e noutro péssimo humor. Volta-se ao ditado: “Tudo que é bom dura pouco”, o equilibrio fundamental não se faz permanente, e difícil não é encontrá-lo, mas sim mantê-lo.

Mesmo assim, creio que o humor é nosso, e ninguém é obrigado a conviver com isso. Temos ao menos, que colaborar para um clima saudável. As pessoas não assinaram contrato algum que dizia da sua obrigação de nos aturar, e ruim seria se assim fosse. Logo, tente independente do seu humor repeitar o próximo, e ser assim um pouco mais sociável, mesmo nos piores dias da sua vida. Exagerado? Não, concreto!

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Feito de palavras.

Julho 21, 2008

Lendo aprendemos a singela diferença entre: Entender o sentido real das coisas e Ler o sentido real das coisas. Há uma diferença básica,mas que se faz fundamental entre ler um texto, ou entendê-lo. Quando lemos um texto, não estamos apenas jun-tan-do sílabas, estamos juntando IDÉIAS que são coerentes entre si. Aquela velha frase dita pelas professoras de produção de texto: “Gente, todo texto e toda idéia tem, começo, meio e fim”. Sim sim, elas estavam corretas. Como bons entendedores é importante enfatizar a grande necessidade da leitura compreendida, ou seja, aquilo que leio agora, é de vital importância que eu preste atenção nos detalhes, palavras pequenas e que ligam uma oração à outra. Assim formamos a idéia. E cabe agora à nós interpretá-la. Assim sendo, tiramos proveito daquilo, com a rotina de leitura, aprendemos a nos orientar e assim sendo escrever também.

Fazendo uma pequena analogia entre os textos, as palavras e a vida, digo que a vida é também feita de começo, meio e fim. O começo são os passos que damos rumo ao conhecimento, seja ele de qual espécie for: andar, caminhar, falar, ler, interpretar. O meio é quando compreendemos o que fizemos e o que fazemos todos os dias, são as ações como mentir, dizer, omitir, agradecer, educar-se. O fim é a colheita daquilo que plantamos no começo e no meio.  E o pior, na papelaria da vida não se vende borrachas, logo cuide para fazer um bom começo e um bom meio, para que o fim possa ter uma coerência formidável.

A vida não se baseia nas palavras ditas ou lidas. Mas nas liçoes que ela nos mostra dia-a-dia.

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Decepção não mata. Ensina a Viver…

Julho 19, 2008

Sim sim!…Tem isso no orkut e daí?!…. Vou usar!

Já observaram que a vida é como aqueles ‘pula pula’ infantis, do tipo que muitas vezes estamos lá embaixo..outras vezes estamos cá em cima?

Justamente. Quando você pensa:

_Meu Deus, minha vida acabou!  [aí já não se sabe se é por intervenção divina, a vida dá-lhe logo um empurrão e lhe joga lá no alto, mas muito alto mesmo! A ponto de a cada impulso novo bater recorde novo.]

Aí, quando você está lá em cima, bem no alto, vem a lei da gravidade da vida e lhe puxa para baixo novamente.

E assim vamos pulando dali e daqui. Porém, um dia quem sabe consigamos vencer a lei da gravidade né?!

Mas cuidado, não coloque seu ‘pula pula’ em lugar fechado ou debaixo de árvores, chega uma hora que tanto o teto como o galho lhe darão além de um soco no cérebro, uma queda brusca de felicidade à tristeza em questão de segundos!

Fique de olho!

O.o

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Malas.

Julho 18, 2008

Sou um viajante que vago pelo mundo, trazendo comigo coisas, que apesar de simples são complexas, apesar de leves, são pesadas, apesar de tudo são minhas.

Carrego comigo sem beira e nem rumo, apenas uma mala de couro singelo e formato pequeno. Dentro dela tenho coisas valiosas, coisas que carrego desde outrora em busca de abrigo.

Dentro da maleta, tenho segredo, que  não são bem segredos. São confidências, algumas minhas, algumas suas, mas que guardo em sigilo e carrego comigo, trancadas ali dentro.

Tem ali também sorrisos, alguns sinceros como os daqueles bebês. Já alguns falsos como os de hiena. Mesmo assim os carrego, é necessário conhecer ambos para saber a autenticidade de cada.

Dentro desta maleta carrego dores, que me são pesadas, algumas são deixadas quando pesam demais. Outras as trago comigo, como instrumento de bússola que me mostra o caminho que devo realmente confiar.

Dentro de minha mala, tenho alguns medos, talvez nem sejam medos, mas sim receios. Receio de “ois” e de “tchaus”, de seguir em frente ou voltar atrás.

Dentro de minha bagagem, trago desejos, alguns devaneios, outros sensatos demais.

Trago dentro de minha sacola, a liberdade, como criança que balança rapidamente no parque ao vento. Dá um frio na barriga o movimento e assim sendo, ainda trago comigo a prisão, não por escolha, é mais por imposição de alguns que aconselharam-me ao sair:

_Leve-a, pode precisar!

 

Trago na maleta marrom escura, a esperança de abrigo, talvez que nem seja só disso, talvez precise daquilo que nem eu sei que preciso. Mas sei que a trago. Nunca a vi ali dentro, mas sei que não a esqueci. Deve estar no fundo, ou misturada, ou em algum canto, é tanta coisa que quando vejo me perco.

 

Trago na mala, encantos, alguns grandes, alguns enormes, outros imensos. Não existem encantos pequenos. Encanto que é encanto já é encanto por si só.

 

Trago comigo, meus pés descalços, peito à frente, cabeça erguida. Queixo empinado, como quem se orgulha. Como alguém que esnoba. Mas não é esta a questão. Não noto o mundo de cima para baixo por opção, nem por “esnobação”, o meu queixo pra cima é aquele de quem engole o choro, e que mesmo com uma imensa vontade de gritar se cala, é a dor consentida, orgulhos feridos, decepções definidas. Mas isso já não me maltrata, há remédio que sara.

 

Trago além dos pés descalços, mãos sacudidas, de quem trabalha e disso não tem medo. Mãos que acariciam! Ah! Trago na mala, carinhos, gestos de incentivo e muita força de vontade.

Essa é minha bagagem. Está certo que me pesa, mas compensa. De nada me serviria a vida se não a tivesse comigo.

Continuarei com essa bagagem toda viajando. Procurando. Às vezes eu paro e me distraio, tiro algo e abandono. Algumas vezes paro, observo, e guardo mais algo que um dia poderá me servir.

Não sei o que coloco ali todos os dias, nem me lembro quando coloquei ali cada coisa. Achei até que minha maleta não tinha marcas, e que fosse de barracas, daquelas de brechó. Esses dias eu percebi sua etiqueta, sua marca é gloriosa e vi o escrito que se designava Fé.

Carrego comigo minha maleta, de erros e acertos, sentimentos e medos, etiqueta. Pés descalços,  mãos sublimes e acima de mim apenas asas. Um dia achei que fossem anjos que me perseguiam, olhava para trás e já não os via. Olhava para cima e penas me caíam. Eram brancas e imensas. Pensei:

_São anjos que fazem festas.

Engraçado tinha impressão de que eram tão grandes que chegavam a tocar o céu.

 

Um dia abrindo minha maleta lembrei de um achado, que há tempos encontrado ali estava esquecido. Era um pequeno espelho já quebrado, que refletia em mim, algo inimaginável.

Quando me vi, notei que não carregava apenas malas, mas asas que um dia me ajudarão o caminho seguir.

Os caminhos são assim, as bagagens são assim. A utilidade das asas?…

Os sonhos me são assim.

 

 

 

 

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Crer é viver.

Julho 17, 2008

É necessário na vida aprendermos a crer.

Crer que o mundo não foi feito para nós. Nós que fomos feitos pra ele.

Crer que nele devemos apenas viver. E vivendo, ser mais pacífico e se possível indiferente à tudo aquilo que nos maltrata.

Crer que sendo mais pacífico viveremos em serenidade e sendo indiferentes, seremos mais felizes.

Crer que sendo mais felizes, tornaremos as pessoas à nossa volta, mais felizes também. E sendo mais serenos, carregaremos conosco a tranquilidade onde quer que a gente vá.

Indo, estaremos caminhando, rumo à algum objetivo.

Tendo objetivo, teremos uma razão para continuar a caminhada da vida.

E caminhando veremos, que um pé vai na frente do outro. Mas que mesmo assim recuar as vezes é necessário. A vida é feita passo a passo. Se resolvermos andar muito depressa cairemos nela.

Se algum dia tivermos desilusões com alguém, ou formos agredidos por quem amamos, haveremos de nos reconstruir. E por mais que nossa alma desabe, nada a fará se perder. Não há destroços que não podem ser retirados, e restos que não podem ser reconstruídos.

Se um dia desabarmos dessa forma, teremos alguém conosco, que nos dará a mão, o braço, o pé e tudo aquilo que puder. Mas o mais importante de tudo é o Coração que ela com bondade nos doará.

Veremos também, que nem sempre serão as mesmas pessoas do nosso lado. Em um desabamento é um, noutro é outro. Isso é a lei da Rotatividade.

Isso é regra. E não tem excessão.

Tudo se acalma, tudo se acomoda e vida volta ao seu ritmo normal, anormal, corrido, lento, mas sempre um ritmo contínuo, sem data pra início e sem data para o fim. E sem data também para recomeços.

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Não importa a -feira.

Julho 14, 2008

Pensei em uma palavra que me definisse o novo dia que se inicia, vivemos de palavras, vivemos de ações, porque não mudar o nome de nossos dias por sonhos que temos e queremos?

Pensei em fazer da segunda feira o recomeço. Talvez por recomeçar tudo aquilo que ficou parado durante o recesso de um sábado agitado e de um domingo nostálgico. Mas não faz sentido recomeçar algo que não foi terminado. Logo, recomeço não me serviria.

Pensei em chamar a segunda feira de vontade. Vontade de começar uma semana perfeita onde tudo haverá de se realizar e ser assim a melhor semana da minha vida. Ou pelo menos, superar a passada. Mas não, melhor deixar a vontade de lado, até porque os problemas não mudaram de uma semana pra outra, apenas foram transferidos, então que eu pelo menos tente essa vontade, mas não é ainda a melhor palavra.

Pensei em apelidar minha segunda feira de saudade. Saudade do sabado e do domingo, dos encontros e reencontros, das festas e da rotina. Maldita. Mas não, rotina é monótono demais para sentir saudade, festa cansa demais para querer voltar atrás.

Pensei em chamar minha segunda de primeira! Sim, primeira porque é o primeiro passo para a semana, primeira porque é o primeiro dia de trabalho. Mas primeira não daria, ela já foi intitulada segunda. Não tem como ser as duas, ou se é primeira, ou se é segunda.

Pensei então em chamá-la de …

Acho que não tenho mais palavras que se assemelhem. Talvez não há sinônimo, ou algo que traduza. Talvez na verdade, nem seja a segunda que precise ser apelidada. Ela já tem seu nome, pra quê mudá-lo? Talvez eu não esteja procurando um nome, ou uma palavra, ou sequer apelido. Talvez uma razão, em ao menos entender que a semana começa e termina, assim vem outra e outra e outra…

Não são minhas segundas que precisam ter palavras ou razão. Sou eu que preciso ter. Mudar e Entender que eu tenho que sentir VONTADE, para que com SAUDADE, possa dar o primeiro passo neste RECOMEÇO e, assim sendo mudar a forma de se ver que o começo da semana não é tão ruim assim.

Eu tenho que ser o PRIMEIRO a notar isso. E isso me basta.

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Sentidos sem sentido.

Julho 13, 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

Os sentidos que a vida toma,

me ensinou que não devo seguir contra a maré dos rios,

e nem ser agressivo como as ondas do mar.

 Por isso também, me encontro em posição de sentido,

como soldado que avante à luta assim sente.

Talvez que meu sentido não faça tanto sentido,

até porque brigo com o sentido dos ponteiros do Relógio,

coisa incomum no sentido em que gira o mundo.

Maldito Relógio que não pára!

Mas pelo menos o Sentido do tempo, me faz estar sentindo o chão movendo embaixo de meus pés,

mas mesmo assim tenho ficado sentido com a vida,

pessoas,

coisas.

Com o sentido todo que a vida tem.

Talvez isso não faça muito sentido também.

Talvez só os meus sentidos é que ouvem,

vêem, tocam,

 respiram

e degustam isso.

Barulhento, Assustador, Áspero, Deprecisativo e Amargo,

seria esse o sentido que sinto?

É…

faz sentido.