Posts de Junho, 2008

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\_/ Vasos \_/

Junho 29, 2008

 

Um dia ouvi dizer que artista é aquele que expressa seus sentimentos através de letras em canções, movimentos em suas danças, feições em seus rostos, e todas as suas tristezas e felicidades em palavras. Pensei em falar de poetas, ou de músicos, mas pensei e aqueles que fazem das mãos a arte que enfeita, que eterniza emoções e deixa o ambiente de acordo com sua intuição? Falemos então daqueles que fazem vasos. Ah os vasos!

Os vasos são tão diferentes uns dos outros, parecem humanos. E como todos os humanos os vasos possuem individualidades, que só aqueles que observam entendem.

 

E se todos os nossos amigos fossem vasos? Qual o formato que teriam? Qual a cor? Tonalidade? Tamanho…

 

Não sou um artista, nem um mero poeta. Talvez um apaixonado por vasos, talvez um apaixonado por humanos. O que verdadeiramente sou? Um colecionador…

 

Há os Vasos glamurosos. Belos, com cores alegres e nos faz entender o verdadeiro sentido da vida.

Há os Vasos que vão além do decifra-me ou te devoro. Eles conseguem não ser desmascarados.

Alguns são opacos, mas sem eles a minha coleção não seria completa.

Vasos novos, vasos cômicos.

Os vasos podem parecer iguais…Mas jamais serão identicos.

 

Há os vasos antigos, vasos que nos trazem a sensação de reviver o passado. Não é que sejam ruins, ou velhos, são vasos que retratam nossa história.

Alguns nos trazem uma imagem de paz, de tranquilidade, conforto. São aqueles que estarão ali sempre, e toda vez que olhar pra eles terá uma sensação de serenidade.

Há os vasos que combinam. Aqueles que colocados em conjunto ficam simplesmente perfeitos. Um não seria tão magnífico sem o outro.

Há os vasos simples. Ah! Simplicidade. Não os fazem piores ou melhores, os fazem iguais a qualquer outro, até porque nem sempre os belos vasos conseguem transmitir coisas tão singulares quanto as violetas plantados nos mais simples…

 

Alguns vasos são pesados para carregarmos, sozinhos não conseguimos. Em muitos deles temos certo apego, vontade de colocá-los na primeira fileira da coleção, mas seu tamanho não permite, e não há prateleira que o caiba. É um vaso construído para exclusão.

Há os vasos inacabados, e isso não tira de forma alguma a sua utilidade. Eles não deixam de ser vasos. E acabá-los é mais fácil do que iniciar a formação de outro.

Alguns são luxuosos, feitos com perfeição, seja na forma, ou na cor ou em detalhes. Vasos nobres porém talvez não menos eternos.

Há os vasos estranhos, porém que nos traz o dom da dúvida e da incerteza, porque essa forma? São vasos que nos fazem enxergar as coisas de outro modo.

Há os vasos em tamanhos imensos, que se nada os ajudasse, não alcançariam o objetivo primordial, o perfume, a cor, a vivacidade.

 

Alguns vasos se quebram com facilidade. Temos que tomar cuidado ao tocá-los. Aprendemos com eles o sentimento de carinho e fragilidade.

Outros Vasos são transparentes. São límpidos, e que qualquer outra coisa pode fazê-lo mudar, ele tem sua característica mas não deixa de lado a influência alheia.

Ah! Vasos puros…com eles vemos através deles…

 

Medo de trincá-los? Talvez

O maior medo de todos é aquele de perder qualquer vaso, seja por descuido, seja por raiva, ou por instinto. É o medo de quebrá-lo, sem motivo, sem perigo, algo sem retorno.

Era pra ser apenas mais uma coleção. Talvez de humanos, talvez de vasos.

 

Ou não.

 

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~~ Pensamento ~~

Junho 29, 2008

“Pensei em tudo que é possível falar…”

Já dizia várias canções ”que todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite”. Vendo aqui, pelo ponto de vista que analiso, não tenho muito a esperar não. Talvez porque a rotina me proporcionou isso. Talvez o cansaço, preguiça ou falta de opção. Se votasse no quesito “cansaço”, não estaria jamais acordado para sequer escrever mais um artigo. Se votasse no quesito “preguiça” estaria sendo contraditório, quem tem preguiça de se divertir, na verdade não fica em frente à máquinas fazendo coisas como estudar, ler ou dialogar sobre assuntos diversos. Se votasse no quesito “falta de opção”,  seria talvez justo, mas já não sei se o é quando analiso que a minha estadia hoje depende da escolha que fiz anteriormente. Talvez não seja falta de opção, mas pelo cansaço rotineiro e, consequentemente a preguiça em pensar e escolher me fez ter a convicção absoluta de que: “É, não há opções.”

Logo, voto no comodismo. É cômodo ser “pensado”, quando se deveria ser “pensante”.

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À lama com eles!

Junho 27, 2008

A sensação do momento é a vulgaridade. Fala-se palavrões como se estes fossem as melhores e célebres frases de Carlos Drummond de Andrade, ou porque não algum dos intrigantes textos de Paulo Coelho. Vivemos em uma época onde as rádios acusam músicas famosíssimas e de som envolvente, funks que são cantados como uma melodia tranquila e suave de Tom… ou quem sabe algum vestígio de Elis ou Rita. Ora! Se a população que se diz tão racional ao menos pensasse um pouco no que ouve, no que canta e no que falam, já teriam desistido ao menos de abrir a boca para soltar um palavriado grotesco e além de tudo imoral. Cobra-se tanto respeito, dignidade, quando na verdade os próprios se pegam soltando frases até então imbecis e contraditórias.

Se baixássemos um decreto requerendo a suspensão do: “Foda-se” ou do “Puta que pariu”, teríamos com certeza milhares de pessoas brigando sobre isso nas ruas, criticando, fazendo movimentos reinvindicatórios exigindo o direito de expressão, agora pergunta se os brasileiros de hoje, se preocupam em unir forças para extinguir a corrupção!…Não não, eu perder tempo em unir e fazer “panelaço”? Tenho mais o que fazer.

O povo se preocupa demais com supérfluos, enquanto o País afunda por comodismo, na lama da indecência, pornografia e obscuridade!

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Princípios…

Junho 26, 2008

Partiremos do pressuposto de que Princípio é tudo aquilo que você crê ser o melhor pra si e pra outrem. Até aí tudo certo. Pensemos pois, na arte de se partir…de iniciar…de dar o ponta-pé inicial. Eis então o que também chamamos de “Princípio”. Começaremos então a nos modificar, melhorar nossos conceitos, assim sendo pensamentos, e consequentemente nossas ações. A palavra “Princípio” nos denota até certo ponto NOBREZA…Sim…os Belos e Corajosos Príncipes dos contos de fada sempre são pessoas idôneas, amorosas, exemplos de lealdade e sensatez, são pessoas “de princípio”. Agora pensemos pois que, os Príncipes de Conto de fadas são vistos como heróis e toda criança ser como ele pelo fato de ter o quê??? o quê??? Caráter, eis então o sinônimo de :

P – R- I – N – C – Í – P – I – O.

Hoje se fôssesmos analisar quais os nossos princípios, quais colocaríamos como primordiais em nossas relações?

Pensou?

Então pense até quando conseguiria fazer com que seus princípios não fossem modificados pela arte da corrupção e do interesse.

Analisou?

Alguma vez já tentou, ou modificou, ou ao menos se enganou, de forma a diminuir algum princípio seu, em troca de algo que invejava ou ambicionava?

Ora! Fazemos isso todos os dias!  Agora uma coisa é certa, os “Princípios” existem. Há quem os seguem fielmente, ou pelo menos tentam. Já outros. Ah! outros, sequer tentam, é algo tão traiçoeiro que já nem se sabe mais quais são os princípios do princípio.

Eu sigo os meus, eu tento.  Se alguém segue os mesmos? Não sei. A única  certeza que tenho é a de que o mundo se transforma, ele vem correndo, mas pelo que vejo vem voltando rumo ao princípio, Sim sim! está vindo rumo ao ponto de partida.  Os humanos andam tão ocupados com suas ambições que se esqueceram que quando se caminha, este deve ser feito de maneira a seguir em frente, e que retroagir e voltar ao que éramos, é deixar de ser diamantes para sermos pedras brutas. Eis o segredo. Talvez a culpa seja do princípio da sobrevivência, cada um matando o outro pelo sustento seu de cada dia. Os princípios se afasta de nós, e o Princípio se aproxima da humanidade.

Que Deus nos acuda!

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Luz para quem se entende como Luz…

Junho 25, 2008

A imperfeição é algo que não necessita ser estudada pela Ciência, a imperfeição não tem causa e não tem sintoma. Não é uma doença, não é uma virose, nem sequer algo que pode ser curado. Não se compram pílulas anti-imperfeição e nem se dá injeções do tipo: “anti-imperfecciose”. A imperfeição não vem da picada de mosquitos, nem do ar que respiramos, nem daquilo que comemos.

A imperfeição é produto próprio da imperfeição humana. Confuso? Não. O homem por si só consegue ser imperfeito e com isso criar outras imperfeições resultadas daquelas da sua natureza. Ah ! Ser humano, quem dera ter consciência dos atos. O homem é considerado algo racional, mas crê-se que há animais muito mais racionais que ele, logicamente ele se faz racional, porém tem usado toda essa racionalidade para coisas absurdas e fúteis. O homem que reclama da falta de tempo, gasta seu tempo com futilidades incomuns.

Críticas, mentiras, falsidade, corrupção, cobiça, inveja, maldade, marginalidade, são todas palavras do inconsciente. O inconsciente afirma e o homem pratica, há aqueles que se arrependem, há os outros que se orgulham, assim como há os indiferentes. Isso é que faz os homens serem tão distintos em suas imperfeições, o remedinho contra a imperfeição? Consciência Pura.

Definição básica de Consciência Pura: saber o que se fez, porquê se fez, com quem se fez, e até que ponto isto era necessário. Aprendeu? Tenta. Não custa nada se melhorar, não custa nada entender que a culpa da nossa imperfeição não está na lei divina, nem nos céus, nem na genética, o problema não está fora, mas sim, dentro de nós, diferentemente.

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Melhoria…

Junho 24, 2008

A normalidade da vida é algo que sempre voltará. Por mais que viajemos, por mais que nos desloquemos ou tentemos fugir da realidade, esta é algo que sempre volta à nossa vida. Seja pela rotina, seja pelo destino, talvez que a realidade não nos seja algo bom, ou pelo menos gratificante. Sonhar é tão bom que nos perguntamos todos os dias o porquê de tanta coisa. Sonhar com o pé no chão? Eis a maior dificuldade. Até porque se sonharmos com os pés no chão, não sonharemos, sofreremos.

Então deixe-nos voar enquanto há tempo!

Bora sonhar?

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Exemplos…

Junho 22, 2008

Nos dias atuais seguimos regras e definições básicas de como se comportar perante uns aos outros, regras que nos mostram a necessidade do: “Cada um por si, e isso basta.” Seguir este ensinamento um pouco individualista é talvez a causa de tantos conflitos. Conflitos causados por não se pensar no “coletivo” e viver numa constante luta onde tirar o de outrem ou prejudicar outrem é lei nessa terra de de corruptos.
É o mais macho aquele que grita, é mais macho aquele que diz palavras grotescas, é mais macho aquele que humilha e muitas vezes ofende sem ao menos ter motivo justo ou lógico.
Dar exemplo…e fazer das suas ações algo sensato e coletivamente justo. Lembrar-se que Ato e Efeito, Ação e Reação e que lei da Consequencia existem! Tudo é questão de se pensar antes e assim pesar: “Qual o benefício e o prejuízo que isso poderá causar a mim e aos outros que estão ao meu redor?” e ai sim, definir: Faço o que quero, ou não faço o que quero.
Tudo é questão de balancear fatos, para fabricar ações e receber o retorno. Quando você então, olha e observa que soube medir as suas e que está tendo uma boa colheita. Isso é simplesmente vivenciar a plenitude e estar com a consciência tranquila e sã.

Encerrando o dia de hoje gostaria de deixar dois itens nesse blog:
- Alfenas, Cavaleiros Livres de Alfenas: vocês sempre foram mais que especiais pra mim e o que fizeram este fim de semana me fez sentir uma felicidade tamanha porque quando pensei em colocar no estatuto da Região, o Campeonato de Futebol, pensei que teríamos a continuidade deste mesmo não estando eu mais, como MCR. O que tenho a lhes dizer que foi um orgulho IMENSO, ver meu sonho sendo continuado e vocês se tornam cada vez mais especiais pra mim, pela competência e compromisso não só com os preceitos de nossa Ordem, mas também com o carinho e hospitalidade contínuo em relação ao Myl.
_ Renato: obrigado por ser a continuidade que tanto sonhei, obrigado por mesmo com todas as dificuldades seguir aquilo que sempre desejei e ao menos tentei fazer durante minha gestão, creio que você sempre foi a minha melhor escolha, por ser “o líder”, “o irmão”, “o DeMolay” e simplesmente o autêntico Renato Carvalho Alvarenga.

Saudações meus irmãos.

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Caminhos…

Junho 21, 2008

Às vezes a gente se perde nos rumos que a vida toma, talvez porque o caminho nos seja desconhecido, ou muitas vezes porque não sabemos exatamente se é aquele caminho que realmente queremos seguir.
Creio que há duas formas de se enfrentar os caminhos da vida: ou você os escolhe ou escolhem pra você. Geralmente quando você escolhe, segue sozinho, nem sempre eles lhe apóiam. Quando eles lhe indicam o caminho e escolhem por você, você caminha com um monte de gente ao seu redor, mas sozinho no casulo do coração e da mente.
Fala-se muito em equilíbrio quando na verdade a sociedade como um todo está em desequilíbrio nítido, algo que reflete em nossos corpos e mentes. Fala-se muito em inovação, enquanto os conceitos ainda seguem tradições. Fala-se muito em “doar” quando na verdade pratica-se pouco o “amar”. Cobra-se muito atitudes esperadas, cobra-se muito responsabilidade e compromisso; cobra-se muito quando na verdade deveriam apenas apoiar e acalmar.
Os ânimos estão à flor da pele, as conquistas já não são mais comemoradas, e quando se vence uma batalha tão esperada, já se projeta outra.
E quando já não nos resta mais o que esperar da vida, a gente ainda se pega pensando em Deus. Já não sabemos que caminho seguir, a quem ouvir, mas mesmo assim ainda temos a crença na crença. Não é que sejamos fiéis às leis divinas, ou sequer anjos ou santos, mas essa vontade de acreditar que alguém pode mudar nossa trajetória nos conforta de alguma forma. Então que vivamos assim, crentes na mudança, independente de progresso ou regresso, mas conscientes da importância do caminho reto e contínuo, pois todos independente de escolhas, sempre serão nada mais que retos e cansativos caminhos.

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Espelhos são assim…

Junho 20, 2008
    Olhando através do espelho por esses dias, fiquei tentado a pensar, que necessidade é essa do ser humano em se espelhar? Os espelhos muitas vezes nos são estranhos, rimos na frente dele, fazemos graça… Porém há dias em que é o espelho quem ri pra você, mesmo estando você nos piores dias da sua vida. Com o passar do tempo você observa que os espelhos possuem formas diferentes. Alguns são grandes, outros pequenos, alguns são redondos, outros quadrados, porém a partir daquele espelho, você se enxerga e assemelha. Alguns espelhos são passageiros, outros são eternos. Os eternos são os duradouros, aqueles difíceis de se quebrar e se perder. Há espelhos que um dia se mostram belos e sábios. Há o espelho que além de nos fazer sentir um psicopata inseguro e ilógico, o faz também se sentir capaz de coisas que nunca imaginaria. Aquele espelho sério e sensato o faz “the best”. Há os espelhos que parecem opacos ou apagados, mas são na verdade um tesouro omisso. Há dias que ao acordar e ver um espelho você se sente um palhaço, porém é bom ser palhaço em terra de gigantes. Felizes são os palhaços que mesmo triste sorriem. Algum dia, algo raro haverá de acontecer diante do espelho: você conversará com ele. Poderá se achar louco ou fora de si, mas o espelho há de lhe ouvir. Há espelhos que são humildes, estes possuem uma transparência fora do comum e lhe faz concluir que a pureza é válida, sem limite, espaço ou tempo. Alguns espelhos o faz seguir em frente quando já desanimou ou desacreditou no ser humano. São espelhos claros que lhe permitem ver além. Os espelhos se quebram, e é necessário adquirir outros espelhos. Os espelhos são temporários, porém a arte de “espelhar” é infinita. Espelho nada mais é do que você se ver traduzido em outra imagem semelhante. E a partir dali a admirar. Espelhos são cômicos e dramáticos, são lógicos e engraçados. Espelhos não são somente espelhos. Espelhos se fazem incomuns até porque cada um tem o seu. Mas consciente ou não, as pessoas fazem uso do espelho alheio e assim, os espelhos são rotativos e isto se torna um ciclo. Se eu tenho algo a dizer sobre espelhos? Não. Espelhos são simples, apesar de complexos. Espelhos são puros apesar dos defeitos, espelhos podem ser feitos de vidros, ou não. Mas a arte de espelhar, essa sim deve ser seguida.
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Escolhas.

Junho 19, 2008

Vivemos onde seguir conselhos passou a ser “lei inconsciente”. Seguimos aquilo que nos é apresentado como certo, como se realmente houvesse regras para se viver. Não que não haja certo ou errado, claro a liberdade de escolha nos é dada, há na verdade caminhos e, cada um de nós, crê naquilo que nos convém. Seria esse o ideal de vida?
Seguimos tendências da moda, cor do momento, estilo da novela, ouvimos a música do verão, já não nos bastasse a cultura e a tradição vivemos ainda preocupados com a opinião alheia.
Ora! Devemos seguir aquilo que acreditamos ser o mais correto. Sim! Às vezes nos chocamos quando vemos outras pessoas fazerem aquilo que vemos ser verdadeiramente errôneo, mas não, foi escolha pessoal e cabe a ela lidar com isso.
Existem dois caminhos em nossas escolhas, não é o caminho certo e o caminho errado, mas sim, a escolha devida e a escolha duvidosa.
Não estou falando de anjos ou demônios, não estou pregando qualquer credo ou vã filosofia, apenas mostrando que a estrada da vida é cheia de encruzilhadas, essas encruzilhadas são nossas dificuldades em lidar com determinada coisa ou escolha. Porém quando seguimos nosso caminho escolhido, não conseguimos retornar ao ponto inicial. Ele não tem volta. O tempo não volta, e se voltarmos não veremos mais as mesmas coisas, paisagens, ares e poeira, veremos apenas rastros, pegadas, coisas novas antes esquecidas ou não analisadas. Não afirmo aqui que não conseguimos voltar ou retroagir em nossas escolhas, falo apenas que elas são irreversíveis, mas que podem ser amenizadas.
Escolhas são assim, cada um segue o que lhe acha devido, sofre com isso a lei da ação e reação. Faça aquilo que mais deseja, tendo a certeza de que a recompensa lhe será apresentada.
Isso é muito mais sensato do que qualquer Abracadabra. Isso é algo lógico, porém incomum de ser pensado rotineiramente. Viva apenas a certeza de que o que é seu, há de vir. E tudo depende do realmente se planta hoje. Na vida a temperatura e o clima não interferem na colheita certa.